sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

FONTE DE AGUA

https://www.youtube.com/watch?v=Ntk4EwX6bcE

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

domingo, 21 de outubro de 2012

Como o corretor de imóveis deve anunciar

Como o corretor de imóveis deve anunciar

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Importancia do Corretor de Imóveis

Embora a profissão de corretor de imóveis venha se consolidando a cada dia perante a sociedade, ainda há aqueles que acreditam que a transação imobiliária pode ocorrer sem a intermediação deste profissional sem riscos ao proprietário. O corretor de imóveis Marco Azevedo postou em seu blog a importância de contratar um Gestor Imobiliário para negociar a compra/venda do imóvel.

1) Divulgação imedi

ata: Contratando um Gestor, ele saberá como divulgar o seu imóvel e você não terá que perder até algumas semanas para saber que estava veiculando o anúncio de forma ineficiente e no meio errado.

2) Venda em parceria. Você tentando vender é somente uma pessoa envolvida no processo. Se contratar um corretor, terá a possibilidade de ter mais de um profissional trabalhando para a realização do negócio. Isto porque os profissionais de intermediação trabalham em parceria e o seu imóvel pode ter a chance de estar nas mãos de diversos profissionais, apesar de somente um gerenciar todo o processo de venda.

3) Avaliação do perfil do cliente. Um corretor de imóveis se encarrega de fazer uma prévia seleção de quem deve ou não conhecer seu patrimônio e sua intimidade. Levar qualquer pessoa para sua casa pode sair muito mais caro do que a comissão do corretor.

4) Definição de horário de visitas. O corretor sempre irá definir a melhor hora e o melhor dia para você, para não ficar preso nos finais de semana com diversos pseudos- pretendentes, que na realidade poderão ou não visitá-lo.

5) Conhecimento da legislação. A legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de compra e venda são documentos legais. Um contrato mal elaborado pode fazer com que a venda não se concretize, ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções.

*fonte REDIMOB

Qual a diferença de ap 1 dorm., Kitinete, Loft, Flat e Jk?

01 DORMITÓRIO: apartamento que tem sala, quarto, banho social, cozinha e área de serviço integrada a cozinha ou separada e aberta.

JK: apartamento de sala e banho social. A cozinha é integrada a sala ou separada por porta e a área de serviço pode ser integrada a cozinha ou separada por porta e aberta. No JK vc usa a sala para fazer seu q
uarto e sua sala. Estudantes de menos poder aquisitivo usam o guarda roupa como divisória. normalmente é uma sala grande.

KITINET: este é o apartamento mais minusculo que vc pode imaginar. é composto de uma sala com a cozinha e área de serviço juntos integrados. A cozinha é separa da por um balcão. A única porta existente é a do banho social além da de entrada lógico. Geralmente é um imóvel muito pequeno.

LOFT: imóvel sem paredes divisórias e com mezanino ou seja todos os ambientes da casa ficam em um único espaço terreo com paredes de pédireito duplo(de 6 a 9 metros de altura).No térreo ficam cozinha, sala de visitas e estar e jantar, tudo junto sem divisórias e um lavabo com porta mas sem janela. A cozinha somente tem equipamentos elétricos pois o LOFT costuma ter todo o tipo de serviço disponivel no condominio(lavanderia, etc).No mezanino fica a suite com banho.Também não ha paredes e a suite tem um guarda corpo com visão de toda a sala. este tipo de imóvel tem janelas de 6 metros de altura que abrem e fecham eletronicamente. São caríssimos. è um conceito de moradia americano que por aqui não pegou tanto.

FLAT: apartamento edificado em condominio com sistema de hotel.È um apartamento como outro qualquer com sala, quarto, banho, cozinha porém tem todo um sistema de hotel a sua disposição, assim vc não precisa fazer nada no imóvel pois quando vc sai entra a camareira para trocar as roupas de cama, a arrumadeira, suas roupas vão para lavar e passar, enfim tem tudo que um hotel oferece a única diferença é que o ap. é seu.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Fabio_imoveis: Closets bem feitos podem valorizar até 5% os imóve...

Fabio_imoveis: Closets bem feitos podem valorizar até 5% os imóve...: via  Seu Lar Aqui Escolher o imóvel para comprar já não é tarefa fácil. E esse é, muitas vezes, apenas o primeiro passo. Depois da co...

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Closets bem feitos podem valorizar até 5% os imóveis na hora da venda

via Seu Lar Aqui

Escolher o imóvel para comprar já não é tarefa fácil. E esse é, muitas vezes, apenas o primeiro passo. Depois da compra, ainda é preciso definir as obras que serão feitas, o mobiliário, a decoração e uma série de detalhes. Quem opta por comprar um apartamento limpo, então, sem nenhum armário planejado ainda precisa decidir: fazer ou não closets? Eis a questão!
Afinal, ter um closet pensado para as suas necessidades é, sem dúvida, uma ótima solução. Mas e na hora de alugar ou vender esse imóvel? O closet não desvalorizaria o apartamento?

A resposta é, quase sempre, não.

Mas é preciso pensar não somente na sua necessidade e planejar bem esse espaço. É comum, por exemplo, em apartamentos antigos e amplos, de quatro quartos, fazer obras que transformem o imóvel em três quartos para ampliação dos quartos e a inclusão de closets.
“Não necessariamente esse tipo de obra vai desvalorizar o imóvel. Mas o ideal, em casos assim, é fazer a obra de uma maneira que ela possa ser revertida facilmente”, alerta o corretor Marx Maranhão, que é supervisor de vendas da Brasil Brokers Ética.
Mas, em casos menos radicais, esse tipo de móvel planejado pode valorizar o imóvel em até 5%. Até porque, como lembra Maranhão, é muito difícil encontrar mão de obra no mercado para esse tipo de serviço. Então, em alguns casos, é possível até alcançar valores acima do mercado.
“Qualquer benefício valoriza o imóvel. Se há três imóveis parecidos no mercado e apenas um tem closet ou outros benefícios, ele certamente vai ser vendido mais rapidamente”, assegura o corretor.
 
Projeto do Studio LLfastdesign para um apartamento antigo, onde um dos dormitórios foi convertido em closet, para dar acesso ao novo banheiro do casal. Além do conforto de ter espaço bem planejado para guardar as roupas e acessórios, os clientes também se beneficiam com a valorização do imóvel numa provável venda futura.
Edison Parente, diretor da imobiliária Renascença, especializada em locação, diz que para aluguel a liquidez é ainda maior.
“Para um imóvel ser alugado com rapidez, é importante oferecer o “kit locação”: armários, box blindex, esquadrias de alumínio. Se tiver só o closet, a valorização do aluguel pode chegar a 15%.
Mas, como, afinal, é um bom closet? O que deve ter? Para a personal organizer Luciana Teixeira, um bom closet deve ter espaço, ser bem planejado e iluminado (se possível, com lâmpadas direcionadas) e, de preferência, branco, pois a cor dá aparência de limpeza e deixa o ambiente mais leve.
“A área mínima possível é de quatro metros quadrados, com uma circulação de pelo menos 80 centímetros. Mas, vale ressaltar, um closet ideal teria pelo menos seis metros quadrados. Sempre que possível, é bom prever um lugar para sentar. É um conforto na hora de colocar sapatos, ou mesmo bater uma papinho com uma amiga enquanto se arruma. E existem pufes lindos que dão muito charme a esse ambiente”, ressalta Luciana.
Confira as medidas ideais e o passo a passo do planejamento de um bom closet, segundo Luciana.
Espaço: O primeiro passo desse planejamento é verificar o espaço disponível para o closet ocupar. A área mínima é de quatro metros quadrados, com uma circulação de pelo menos 80 centímetros.
Materiais: Armários brancos ou de cores claras dão mais aparência de limpeza, deixam o ambiente mais leve e auxiliam na difusão da luz, facilitando na procura por peças no seu interior e na fidelidade das cores das roupas.
Abertos ou fechados: Existem closets sem portas, com tudo aberto, e com portas de abrir ou de correr. Combinar as duas opções é sempre uma boa solução. Mas portas de correr devem ser bem feitas e utilizar boas ferragens e trilhos. Apesar de economizar espaço, contudo, elas tomam normalmente 10 centímetros do espaço interno para os trilhos.
  • Espelho: Um bom recurso é revestir uma dessas portas com espelho.
  • Iluminação: Tente direcionar lâmpadas para seu guarda-roupas.
  • Pufes: Sempre que possível, preveja um lugar para se sentar no seu closet.
  • Personalização: Preveja espaços para suas necessidades. Se usa muito vestido longo, faça um nicho um pouco maior para eles. Uma solução fácil para definir as medidas exatas é medir com fita métrica o espaço que usa para guardar suas roupas separadas por tipos: longos; calças; blusas, blazers e casacos.
  • Sapatos: Preveja um setor exclusivo, para que não se misturem às roupas. Prateleiras corrediças são muito funcionais e devem acomodar até dois pares, um de frente ao outro. Vãos de 15 centímetros são suficentes, já que não se deve empilhar sapatos.
  • Profundidade: A profundidade mínima do closet deve ser de 60 centímetros (mais a profundidade das portas escolhidas). Quanto à altura, pode ocupar todo o pé direito do imóvel.
  • Cabideiro: Para ternos, blazers e camisas devem ter vão de 1,10m de altura. Para vestidos e casacos longos, o vão deve ser 1,65m. E calceiros devem ter altura de 85 cm.
  • Gavetas: As de acessórios e miudezas podem ter 10 cm de altura. Para roupas, 18 cm. Usar divisórias como colmeias plásticas ou de acrílico feitas sob medida ajuda na organização.
  • Prateleiras: Devem ter, no mínimo, 50 cm e uma altura de 20cm a 30cm. As superiores, usadas para guardar malas e caixas com coisas de pouco uso, podem ter vão de 45 cm de altura. Mas é sempre bom considerar o tamanho das malas ou o volume das coisas que quer guardar nesse espaço e adequá-lo.
  • Bolsas: Funcionam muito bem nichos de 40 cm X 40 cm.
Fonte: O Globo

sábado, 4 de agosto de 2012

10 Dicas para gerar mais contatos

Na era das redes sociais online, o relacionamento é o grande trunfo de um profissional imobiliário que quer longevidade dentro do mercado. Outro ponto é: esteja em todos os lugares que seu cliente estará. Sem bons e sólidos contatos qualquer negócio estará em apuros. Veja 10 dicas que para gerar mais contatos para sua carteira de clientes e imóveis.

1. Tenha uma mensagem de marketing convincente. Esteja preparado para convencer as pessoas do porquê elas devem fazer negócio com você. Saiba o que o diferencia e o que você pode oferecer e fazer.
2. Anuncie estrategicamente online. Pense em qual portal imobiliário você pretende anunciar. Este imóvel deve estar anunciado em um único portal imobiliário? Conheça as estatísticas também – O que já funcionou para você no passado? De onde vêm os seus melhores contatos?
3. Pense fora do quadrado. Existem lugares que você pode divulgar o seu negócio, os quais não são propriamente portais imobiliários. Nos EUA, por exemplo, existe o CraigsList.com, no Reino Unido o Gumtree.com e no Brasil o OLX.com.br. Claro que também existem canais fora da Internet, até mesmo o quadro de avisos na associação de bairro ou condomínio.
4. Maximize o seu próprio website. Você precisa ter um. Mas ele possui informações ricas? Será que ele tem uma boa aparência? Os textos são atraentes? Você mesmo gostaria de utilizar este site para procurar seu imóvel para comprar ou alugar? Quais informações você pode colocar no seu site para posicionar-se como líder de mercado? O endereço do seu site está em todos os seus materiais, como: cartão de visita, apresentação, folhetos, etc.?
5. Visualize seu cliente ideal. Pense em que tipo de pessoa quer ver batendo à sua porta, e depois saia para encontrá-las. Se você tem um cliente em mente, você já sabe por quem está procurando e, assim, já sabe onde encontrá-lo.
6. Faça o seu negócio atraente para os potenciais clientes. Isto cobre tudo, desde a maneira como você atende o telefone, os serviços adicionais oferecidos aos clientes, sua reputação, as apresentações e o seu conhecimento do negócio. Brandon Cornett, autor de um livro sobre a geração de contatos, sugere três ingredientes essenciais para tornar o seu negócio atraente: seja visível, valioso e confiável.
7. Sempre fale sobre você e seus serviços. Você já pensou em escrever no seu blog, twittar, ou mesmo falar com a pessoa ao seu lado no ônibus, enquanto está a caminho do escritório?
8. Redes sociais – tenha variedade online. Existem muitas redes sociais locais que também fazem muito sucesso, como:  LinkedIn, Orkut ou até mesmo o Google+. Não esqueça de ambientes como o Redimob que reúne profissionais do mercado imobiliário em um espaço próprio para enriquecer o conhecimento e fazer networking.
9. Networking. Nossas vidas estão cada vez mais online, mas não negligencie o óbvio: a velha escola do “cara-a-cara” nunca vai desaparecer. Você conhece algum advogado local, contador ou gerente bancário? Converse com eles, converse com amigos, converse com ex-clientes. Sempre faça com que as pessoas conheçam você e o seu trabalho.
 10. Posicione o seu conhecimento, agregue valor e torne-se um especialista. Você pode apresentar-se em um seminário? Escrever um guia com informações ou boletins de notícias locais? Quais os serviços que você pode oferecer para atrair compradores e vendedores imobiliários antes mesmo de que eles saibam que querem comprar ou vender? Canalize este conhecimento rico sobre o seu local de atuação e público em um blog também.

Texto adaptado de PropertyAdGuru
Fonte: http://gurudocorretor.com.br/10-dicas-para-gerar-mais-contatos/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

9 Características dos corretores de Imóveis sucesso



As pessoas mais bem sucedidas na corretagem e em qualquer ramo de negócios aprenderam como lidar com os obstáculos que se apresentam em seu caminho,

Abaixo algumas caracteristicas que definem um corretor de sucesso.


1. Bons corretores sabem definir objetivos.

Bons corretores sabem o que querem e como planejar para alcançar seu objetivo. Eles definem os objetivos de uma forma específica, motivadora, viável embora desafiante. Eles visualizam o objetivo, determinam como será alcançado e executam ações diariamente para alcança-los.

2. Bons corretores sabem fazer as perguntas-chaves

Os melhores corretores fazem várias perguntas aos seus clientes para determinar sua situação atual e suas necessidades. Eles sabem que a melhor forma de apresentar seus produtos ou serviços é descobrir os objetivos, necessidades e sonhos dos seus clientes. Isto permite que efetivamente discutam as características e benefícios do produto ou serviço que melhor se adaptam ao cliente.

3. Bons corretores sabem ouvir

A maior parte dos corretores faz uma pergunta e depois eles mesmos respondem a pergunta ou continuam a falar em vez de esperar uma resposta do cliente. Os bons vendedores sabem que seus clientes informarão tudo que necessitam se tiverem a oportunidade de falar. Sabem fazer perguntas e ouvir as respostas com bastante atenção e até tomar nota das respostas e resumi-las posteriormente. Eles sabem que o silencio é de ouro.

4. Bons corretores são apaixonados pelo que fazem.
Quanto mais entusiasta for em relação à sua carreira, maiores serão as chances de sucesso pois quando se ama o que está se fazendo mais esforço colocamos neste trabalho. Quando somos entusiastas sobre o que fazemos este entusiasmo brilhará em cada conversa que terá. 

5. Corretores bem sucedidos são entusiastas

Bons corretores tem sempre uma atitude positiva e seu entusiasmo é contagiante, mesmo durante períodos difíceis. Eles raramente falam negativamente sobre seu negócio. Quando enfrentam situações negativas ou ruins eles focalizam em pontos positivos.

6. Bons corretores trabalham muito e melhor

Os bons corretores estão sempre preparados para trabalhar muito para conseguir alcançar seus objetivos. Os grandes corretores procuram negócios e não esperam que os negócios venham até eles.contatam mais clientes em potencial e utilizam varios meios de comunicação para divulgar seus negócios.

7.Bons corretores buscam parcerias.

Bons corretores aumentam  suas possibilidades de negócios buscando parcerias com outros profissionais, e com isso ganham tempo gerando outros negócios e dinheiro diminuindo os custos de divulgação.
Com o aumento de corretores e imobiliárias ultilizando as redes socias esta cada vez mais facil buscar parcerias. Veja exemplo abaixo.
Facebook – Grupo Marketing e Publicidade Imobiliária.
Neste grupo corretores de todo brasil buscam e divulgam seus imóveis alem de encontrar imóveis para seus clientes e clientes para seus imóveis.

8. Bons corretores estão sempre em contato com seus clientes.

Eles sabem que o contato constante ajuda a manter os clientes. Assim, usam vários artifícios para sempre estar em contato com os clientes. Enviam mensagens de agradecimentos, de aniversário etc. Telefonam e programam cafés da manhã, almoços etc. Enviam artigos importantes para seus clientes e, também, boletins informativos (newsletters). Estão sempre procurando novas formas de manter seu nome e o da sua empresa na mente de seus clientes. 

9. Bons corretores sabem a importância de divulgar seus imóveis e serviços.
Um bom corretor sempre ultiliza varios meios para divulgar seus imóveis e serviços seja por placas, jornais folhetos e internet, um bom corretor sempre mantem seu site atualizado com varios imóveis bem apresentados com fotos e detalhes do imóvel e um link de contato caso o cliente queira mais informações.

Autor: Rony de lima meneses,
Autorizo usar este artigo desde que mantenha os links e faça referência ao autor:

terça-feira, 10 de julho de 2012

Reformar para Vender o Imóvel


Posted: 10 Jul 2012 06:00 AM PDT
reformar imóvel



Uma reforma antes de colocar o imóvel à venda pode significar maior valorização e mais chances de sucesso na negociação. 




Especialistas no mercado imobiliário orientam os proprietários a fazerem uma sessão de "embelezamento" e providenciar alguns reparos, antes de abrirem as portas da casa ou do apartamento para as visitas dos compradores.

Antônio Beltrame, da Beltrame Imóveis, recomenda pintar o imóvel interna e externamente, no caso de casas e sobrados, substituir pisos e azulejos, trincados ou quebrados, e revisar as partes elétrica e hidráulica. 

"Deve ser uma reforma básica. Com pouco investimento, a cara do imóvel pode mudar totalmente", diz. A Recomendação é pintar o imóvel com cores neutras antes de abrir as portas para visitas de compradores

Ele destaca que se houver um questionamento sobre a qualidade do acabamento, o comprador pode ser levado a raciocinar sobre o alto investimento de uma reforma. "Como é comum o comprador desconhecer valores, pode refletir que o custo para fazer os consertos será alto e a conseqüência será a desistência da compra", observa Beltrame.

Além de observar itens como as condições do revestimento e infiltrações, Beltrame orienta que a reforma não pode ser profunda e não deve conter elementos pessoais. "A pintura deve ser neutra, com cor básica, normalmente branca ou gelo. Uma parede colorida pode espantar os compradores", opina.

reformar imovel


Critério semelhante é apontado pela arquiteta Fernanda Maróstica. "Cores muito vibrantes têm que estar harmonizadas com o contexto da decoração e isso é muito pessoal. Uma pintura básica com certeza vai viabilizar a venda", avalia.



A arquiteta afirma que entre os itens que o comprador analisa na hora de comprar o imóvel estão a cozinha e o banheiro. “Uma cozinha planejada pode significar uma preocupação a menos para o novo morador”.

É importante também que o banheiro esteja em ótimo estado. Os materiais não precisam ser caros, mas devem ser novos e ter o aspecto de limpeza “, comenta”.

Fernanda sugere ainda um investimento maior na fachada com o cuidado de limpeza no quintal, pintura das grades e algum detalhe com elementos naturais. "Um toque de paisagismo ajuda a valorizar o imóvel. O local tem que estar agradável, porém sem muitas características da personalidade dos proprietários", declara.

Na parte de revestimentos, os especialistas lembram que atualmente existem pisos e azulejos que podem ser colados por cima do antigo, sem transtornos. Eles também devem seguir a regra da pintura e não devem ter decorações ou cores.

O básico é sempre a melhor opção. "Os compradores querem entrar na casa, sem preocupações com reformas. É isso que o vendedor deve ter em mente", ressalta a arquiteta.


vender o imovel



Se para o imóvel residencial, a reforma pode agregar valor na hora da venda, para o comercial, os detalhes perdem em importância. 




Normalmente, a compra de salas comerciais é feita por investidores ou empresários. Eles sabem que terão de investir em reforma. Também são conhecedores dos custos dos reparos e isso não impede a compra “, declara Antônio Beltrame”.

Nos casos de imóveis que passam por avaliação de técnicos de um banco, o acabamento dificilmente interfere no trabalho. “Os critérios são outros. Um avaliador não considera a falta da reforma como depreciação. Ele vai avaliar o tempo de uso, o metro quadrado, entre outras características”, diz Beltrame.

Já no setor de locação, a orientação para a reforma é semelhante. A prioridade para alugar um imóvel é o bom estado de conservação do bem.

Serviços:





sábado, 7 de julho de 2012

Veja como Avaliar um Imóvel usado

avaliar imovel
Para fazer uma boa avaliação, é essencial visitar o imóvel várias vezes, em horários diferentes, a fim de saber como é o cotidiano. 

Comércio local valoriza o imóvel, desde que não na mesma rua, pois pode causar trânsito e barulho, que são fatores de depreciação.
Parque, clube ou shopping próximos podem valorizar o bem, desde que não atrapalhem a mobilidade do morador. Transporte público, escolas e universidades são outros pontos de destaque.
Apartamentos nos primeiros andares são menos valorizados, enquanto as últimas unidades ganham em preço graças à redução do barulho da rua e à boa vista.
Avaliando o Imóvel:
É importante realizar uma vistoria técnica para saber o que pode causar problemas e se será preciso fazer reformas e, assim, pedir desconto no preço.
O mais adequado é contratar um perito para fazer o laudo sobre o bem, ponderando que pontos são de difícil reparo e quais são facilmente resolvidos. Ele cobra, em média, R$ 2.000,00 (imóvel residencial de 100 m2). No site do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia) há contatos de profissionais associados.
Essa vistoria técnica pode ser uma condição para fechar contrato. Para isso, deve ser prevista no compromisso de compra e venda. Assim, o negócio poderá ser desfeito, sem prejuízo do comprador, se a vistoria apontar problemas graves.
De olho na Estrutura:
Verifique se o imóvel tem trincas, se há sinais de afundamento das paredes ou no piso, que podem ser problemas subterrâneos de canalização, estrutura frágil ou fragilizada pela obra de um vizinho.
É preciso olhar se há ferragens aparentes ou descolamento de concreto, o que pode ser sinal de infiltração ou de má qualidade da obra.
Telhado Firme:
avaliar imovel
Madeira apodrecida no telhado ou cupim podem levar a um gasto de R$ 20 mil a R$ 30 mil para refazê-lo. Telhas soltas ou calhas entupidas são problemas menores, mas chamam atenção para infiltração na laje.
Elétrica em Ordem:
Cheque o estado de tomadas, interruptores e quadros de distribuição e se houve alteração na instalação e como foi feita.
Em um imóvel com mais de 20 anos provavelmente será necessário redimensionar o sistema elétrico para comportar a demanda de energia de aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos. 
Sem Vazamentos:
Em banheiros, cozinha e área de serviço, procure sinais de vazamento. Abra todas as torneiras: água amarelada é sinal de ferrugem nas tubulações. Verifique também a vazão da água.
Em apartamentos, peça para ver o imóvel de baixo para saber se há indício de infiltração. Cheque na fachada se há marcas decorrentes de vazamento.
Converse com o síndico e cheque atas de assembleia do condomínio, pois problemas com a tubulação do prédio podem estar relatados ali.
Esquadrias Novas:
avaliar imóvel
Caixilhos enferrujados, com cupim, empenados ou apodrecidos devem ser trocados. Além de serem caros, em prédios é preciso encontrar janelas no padrão da fachada.
Paredes e Revestimentos:
O básico é olhar se não existem trincas, rachaduras e manchas nas paredes. Problemas podem ser escondidos sob a pintura, e só um profissional poderá detectar uma grande infiltração, por exemplo.
Azulejos e pisos cerâmicos devem estar firmes e não produzir barulho oco, que pode ser sinal de que em breve descolarão da parede. A solução pode ser simples, como a troca de um azulejo, ou exigir substituição de todo o revestimento de um cômodo.
Em piso de madeira, verifique se há pó na madeira, que pode ser indício de cupins, o que exige descupinização e troca do piso.
Áreas Externas:
Na garagem e nas áreas comuns de um prédio, cheque se há rachaduras, trincas ou infiltrações. Reformas serão cobradas no futuro como fundo de obra.
Peça a Planta:
Veja se a planta aprovada na prefeitura confere com o imóvel vistoriado. Exija também a planta hidráulica e a elétrica, para saber onde mexer na reforma.

Veja Tambem: http://www.imoveisjlle.com.br/paginasextras.php?paginaextra=24-Avaliador-de-Imoveis&lang=br

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Corretor de imóveis, conheça 4 passos para ter clientes fiéis




corretora-de-imóveis-satisfeita

Descobrir a receita perfeita para a fidelização do cliente, possivelmente, seja o sonho de 10 em cada 10 profissionais que atuam na área de vendas. Você concorda? Hoje, é constante a busca pela fidelidade em nossos negócios e não poderia ser diferente, pois ter clientes fiéis é um grande diferencial competitivo frente a um mercado tão concorrido.

Clientes fiéis indicam novos clientes, valorizam o negócio, querem a melhoria contínua dos processos e assim, colaboram com sugestões e críticas. Por isso, essa conquista é tão desejada.

Ao longo da minha carreira na área comercial, sobretudo no mercado imobiliário, identifiquei vários elementos que contribuem para uma fidelização mais efetiva do cliente e gostaria de compartilhá-los com você no artigo de hoje.

Não tenho a pretensão de indicar a receita perfeita, até porque não acredito que exista um único modelo, pois cada cliente é um ser humano diferente e o corretor de imóveis precisa compreender a personalidade de cada um, a fim de implantar processos condizentes com as variadas realidades.

Sendo assim, desenvolvi um sistema que vem dando certo ao longo da minha vida profissional que considera a individualidade de cada cliente dentro de um processo de fidelização e que, a partir de agora, passo a dividir com você.

A esse sistema dei o nome de RICO, sigla que corresponde a quatro passos fundamentais para ter clientes fiéis: Relacionamento, Interpretação, Conduta e Ordem. Vamos ver, detalhadamente, cada um desses passos. Acompanhe-me nesta reflexão.

1. Relacionamento


Mais do que nunca, relacionar-se com o seu cliente é uma necessidade. A fidelidade pressupõe uma relação de confiança e isso só é possível quando passamos a ter nosso foco no cliente e não, propriamente, na venda a qualquer custo.

A compra de um imóvel, de uma forma muito particular, causa uma verdadeira revolução e para a concretização deste projeto o cliente precisa estar completamente seguro e confiante.

E não há outra maneira de gerar confiança e segurança a não ser pela construção de um relacionamento. Isso se dá por meio de um atendimento de qualidade onde as dúvidas são sanadas, no qual o corretor tem o conhecimento necessário, não só do imóvel, mas do mercado de uma maneira geral.

2. Interpretação


É importante frisar que um atendimento de qualidade é capaz de estabelecer um relacionamento duradouro, mas para isso é necessário interpretar os desejos e anseios dos clientes.

Uns almejam segurança e conforto, outros, a realização de um projeto de vida pessoal ou profissional. Há aqueles que são atraídos por descontos e vantagens, entre tantos outros objetivos. Sendo assim, interpretar as motivações de compra é fundamental para buscar no mercado aquilo que melhor se ajusta ao perfil do seu cliente.

O corretor que melhor interpretar as necessidades do seu cliente será aquele que terá as maiores possibilidades de conquistar a fidelização. E a melhor forma de interpretar é buscando novos conhecimentos e aprimorando, permanentemente, os processos.

3. Conduta


De nada adianta entender a importância do relacionamento e saber interpretar o seu cliente se as suas atitudes não transmitem uma conduta profissional, ética e comprometida, verdadeiramente, com a realização do cliente.

A conduta do corretor de imóveis deve inspirar confiança, empatia, proximidade, segurança e, principalmente, profissionalismo. As pessoas só falam bem e indicam aquilo que as agrada e as surpreende.

Ser educado e agir com respeito é o mínimo que as pessoas esperam de um relacionamento, contudo, superar as expectativas do cliente faz do corretor de imóveis um profissional diferenciado e admirado, elementos esses que são os principais motivadores da fidelização.

4. Ordem


É importante perceber que esses passos são interligados, um leva ao outro. E para isso, a ordem é necessária. Além disso, deve ser imperativo para o corretor de imóveis estar em sintonia com os princípios e valores que regem a sua profissão, buscando ser sempre um profissional melhor.

Este último elemento deste sistema de fidelização também tem o significado de organização, no sentido de compreender que cada passo deve ser vivido em sua intensidade, sem pular etapas, sendo fundamentais o planejamento das ações, o estabelecimento de metas, a avaliação do trabalho e a melhoria permanente dos processos.

Diante desses quatro passos, que formam o sistema RICO, podemos perceber que, assim como não somos capazes de comprar admiração, também não somos capazes de comprar clientes fiéis. Eles são conquistados por meio de um processo contínuo que tem por base a construção de relacionamentos, pois um cliente fiel é para sempre.

As iniciais dos elementos que compõem este sistema, propositalmente, formam uma palavra que para nós tem um significado muito especial, pois a maioria dos profissionais deseja ser RICO um dia.

Mas a riqueza a que me refiro neste artigo vai além de valores monetários, pois o corretor que é capaz de conquistar clientes fiéis possui a sua maior fonte de riqueza: a indicação espontânea de novos negócios e a defesa gratuita do seu trabalho.

O desafio de obter um cliente leal é muito maior do que a realização de uma venda de imóvel única que se esgotará em si mesma e não desencadeará novos negócios. Você já parou para pensar no valor que o cliente fiel tem para o seu negócio e que conquistá-lo é a melhor forma de potencializar os seus resultados financeiros? Compartilhe conosco a sua experiência, contribua para que a cada dia o sistema RICO seja aprimorado e ajude a impactar positivamente na vida dos profissionais que atuam no mercado imobiliário, tornando o nosso segmento cada vez mais profissional e qualificado.
Guilherme Machado
Administrador com Pós em Gestão Empresarial. Expertise no desenvolvimento de equipes comerciais com foco em resultado. Palestrante e Coach.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

10 dicas para comprar o imóvel certo Secovi-SP lista quais cuidados devem ser tomados no passo a passo da compra de um novo imóvel, seja ele usado, novo ou na planta

Peter Galbraith/Stock.XCHNG
Para garantir uma boa compra, consumidor deve se planejar e ter paciência na busca de um imóvel
Para garantir um bom imóvel, consumidor deve se planejar e ter paciência na busca.
São Paulo - Dado do Secovi-SP (Sindicado da Habitação de São Paulo) mostra que os brasileiros compram, em média, apenas dois imóveis durante a vida. O número baixo deixa clara a importância de uma escolha cautelosa, diligente, e paciente antes de assinar o cheque para a compra de uma residência. João Crestana, presidente do Secovi-SP, sugere que a potenciais compradores que prestem atenção nas cláusulas contratuais e nas condições de pagamento e financiamento. Antes de assinar o contrato, também é necessário visitar o local várias vezes, de dia e de noite. Confira abaixo 10 dicas do presidente do Secovi-SP que podem ajudar o consumidor a fazer uma ótima escolha de imóvel:
1 – Organize-se
Definir o quanto será gasto na aquisição é um bom primeiro passo, levando sempre em conta a relação entre o que de fato cabe no bolso e as necessidades da família. (clique aqui e veja sete dicas para evitar que o crédito imobiliário vire um pesadelo)
2 – Defina que tipo de imóvel procura
Usado? Novo? Na planta? É importante responder algumas perguntas e anotar as especificações do tipo de imóvel que está procurando. É casa ou apartamento? Em qual bairro? Um apartamento de frente, de fundos ou de lado? Quantas garagens são necessárias para o conforto dos futuros proprietários? Varanda é necessária? Com ou sem área de lazer? (clique aqui e veja qual é o imóvel certo para cada perfil) Crestana alerta também quem dá preferência aos condomínios. Não se pode deixar de levar em conta despesas referentes ao rateio das contas coletivas.
3 – Estabeleça como será feito o pagamento
Analise qual será a melhor opção de financiamento junto a um banco ou parcelamento realizado diretamente com a construtora durante a realização da obra. É bom estipular se o FGTS será usado na quitação de parte do valor. (clique aqui e saiba quando é possível usar o FGTS ). Quem tiver na conta uma boa reserva financeira ou bens que podem ser revertidos em capital para a compra do imóvel devem colocar tudo na ponta do lápis e assim definir qual a melhor maneira de quitar a aquisição.
4 - Observe a região do imóvel
Quem já conta com uma lista de bairros ou imóveis interessantes deve calçar o tênis e ir visitar a região, tanto de dia quanto de noite. Verifique se o imóvel é barulhento, quais os empreendimentos e serviços disponíveis nos arredores e a infraestrutura do bairro em questão. Outra dica do Secovi é extrapolar um pouco os limites da região e visitar bairros vizinhos. A internet também pode ser uma boa arma na hora da pesquisa: procure referências da imobiliária, construtora ou incorporadora, vale também pesquisar a reputação dos bairros escolhidos. (clique aqui e veja os bairros mais caros e baratos de São Paulo).
5 – Compra de imóvel usado
Neste caso o ideal é listar quais as características procuradas num imóvel. Dê preferência para profissionais que de fato conheçam o local e procure sanar dúvidas acerca do imóvel e a região na qual se encontra. Uma sugestão interessante é não procurar um grande número de imobiliárias e profissionais, evite imóveis que sejam ofertados por um grande número de corretoras. Dê preferência para a exclusividade do serviço.
6 – Estipulando a Comissão
Quando se compra um imóvel novo, o valor da comissão do responsável pela compra é cobrado separadamente. Mas, no caso dos usados, a comissão é para por quem vende o bem. Contudo, cabe a quem compra acertar o pagamento do que é proporcional ao valor do imóvel. Por este motivo, Crestana aconselha que as emoções sejam deixadas de lado e que o corretor negocie o que será pago por ambas as partes.
7 – Arquitetando a proposta
Na hora de desenhar uma oferta, seja justo e coloque-se no lugar do vendedor. Não faça propostas abusivas, com descontos elevados. Caso o corretor ceda e aceite um valor incoerente, desconfie. Verifique o que está incluso no montante e o que não está. Pontue o que estiver disposto no contrato e que não esteja esclarecido o suficiente. Exija respostas objetivas e claras. E muito cuidado com o documento do imóvel. Peça para um advogado conferir a idoneidade de todos os documentos envolvidos na negociação. (clique aqui e veja dicas para não comprar um imóvel irregular).
8 – Saiba com quem está fazendo negócio
Pesquise e informe-se acerca do histórico e reputação da imobiliária, construtora ou incorporadora com a qual está negociando a aquisição de um imóvel. Se conseguir visitar um empreendimento já entregue por ela, melhor ainda. Peça cópia do registro da incorporação ao corretor antes de assinar qualquer contrato. De acordo com Crestana, é bom consultar a Lei 4.591/64 (Condomínios e Incorporações) e caso reste alguma dúvida, peça para que um advogado avalie toda a documentação. Acompanhe a obra em todos os seus estágios, fazendo visitas periódicas. Algumas empresas oferecem, inclusive, serviços de acompanhamento pela internet. (clique aqui e saiba o que fazer se a construtora atrasar a entrega do imóvel)
9 – Cuidado com as parcelas
Valores das prestações pagas durante a construção de um imóvel podem diferir do valor das parcelas do financiamento do saldo devedor. Segundo o Secovi, até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo índice Nacional de Custo de Construção (INCC) ou do Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB). Depois da entrega, é possível quitar a dívida, usar o FGTS para a amortização de parte do valor, caso seja o primeiro imóvel, e financiar o que resta com a ajuda de um banco. Mas atenção: é fundamental que a parcela , independente de fixa ou reajustável, caiba no bolso de quem vai comprar o imóvel.
10 – Precauções pós-compra
Depois que o financiamento estiver liberado e a chave chegar à mão do novo proprietário, é preciso pagar o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) à Prefeitura local e todas as taxas de registro cartorário. Segundo números fornecidos pelo Secovi-SP, tais taxas correspondem a 4% do valor de compra do imóvel. Portanto, programe-se: faça uma reserva financeira para arcar com despesas burocráticas. E nunca deixe de registrar a escritura, mesmo que tenha comprado o imóvel sem financiamento. Atente para o que preza o Manual do Proprietário, leia com atenção e verifique todas as garantias e prazos legais para cada componente descrito.


Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/10-dicas-para-comprar-o-imovel-certo

7 motivos para contratar um corretor de imóveis

7 motivos para contratar um corretor de imoveisO corretor de imóveis é o responsável por avaliar corretamente o seu imóvel e dar todas as informações necessárias e importantes aos interessados em adquiri-lo, ou seja, é ele quem faz a propaganda e os contatos necessários para que o seu imóvel seja vendido. Veja abaixo alguns motivos para contratar um corretor de imóveis:

1 – Avaliação do imóvel

Como dissemos acima é o corretor o responsável por fazer a avaliação do imóvel e além de fazer essa avaliação ele elabora um laudo que informa e justifica o valor atribuído ao bem. Com todos os detalhes da avaliação o corretor também elabora um plano de atendimento aos clientes capaz de informar todos os detalhes que esse questionar, pois apesar de o proprietário saber todas essas informações nem sempre tem o tempo de sobra para atender todos os interessados e repetir quantas vezes for necessário as mesmas informações, é aí que entra o corretor que tem todo o tempo disponível para dar a atenção solicitada ao comprador.

2 – Disponibilidade de tempo

Como a maioria das pessoas trabalha fica difícil muitas vezes para que o proprietário possa dar atenção a qualquer hora do dia aos interessados pelo imóvel. É difícil parar para poder atender um possível comprador, para fazer esse papel o corretor está disponível, ele atende os possíveis compradores a qualquer hora do dia, qualquer dia da semana e essa disposição dura o tempo que for necessário até que o seu imóvel seja vendido.

3 – Divulgação do imóvel

Todos sabem que a propaganda é a “alma do negócio” e o corretor se encarrega justamente de anunciar a venda do seu bem nos diversos tipos de mídia, assim as chances de vender o seu imóvel aumentam e o tempo de espera pela concretização do negócio diminui. Além dos meios de comunicação o corretor também é o responsável por colocar faixas no local, o que também é um excelente meio de divulgação.

4 – Visitas ao imóvel

O corretor visitará o local acompanhando clientes quantas vezes forem necessárias e muitas vezes até transportando os interessados e você não pagará nada a mais por esse serviço, tudo sairá por conta dele, e enquanto isso você pode se dedicar ao seu trabalho ou seus afazeres sem nenhuma preocupação.

5 – Documentação

O seu corretor de imóveis é o encarregado de mostrar toda a documentação quando a negociação estiver mais avançada, ele poderá dar a atenção necessária nessa hora explicando sobre cada documento e tirando todas as dúvidas dos compradores. Nesse momento é dada uma atenção toda especial ao comprador a fim de passar toda a segurança a ele a respeito do imóvel que pretende adquirir, o corretor é totalmente preparado para isso, pois a negociação depende muito dessa etapa.

6 – Concretização da negociação

Depois que o negócio é fechado existe muito trabalho pela frente e o corretor se encarrega de realizá-lo. As partes devem ser consultadas e a documentação providenciada junto aos órgãos competentes a fim de legalizar o negócio. Como o corretor já tem experiência nesse trabalho todo o processo acontece com mais rapidez e segurança e você não perde tempo nem passa por aborrecimentos.

7 – Pagamento seguro

O corretor dará toda a segurança necessária ao vendedor em relação ao pagamento. Ao lidarmos com grandes valores é necessário ter muito cuidado e nada como alguém experiente ao nosso lado para evitar golpes e grandes prejuízos.
Agora que você já sabe algumas das vantagens de contratar um corretor, procure um profissional de sua confiança e tenha mais segurança e comodidade na hora de vender o seu imóvel.

sábado, 5 de maio de 2012

Aprenda dicas para tirar manchas de tecidos, sofás e cortinas

Você não sabe o que fazer quando sem querer aquele molho de comida, café, ou vinho cai sobre sua roupa, sofá ou qualquer tecido que você considera impossível de tirar qualquer mancha. Mas não fique com dor e cabeça, saiba algumas dicas de como se tornar um expert em tirar manchas de seus tecidos, sofás, cortinas...

LAVÁVEL

Para saber como tirar uma mancha você precisa conhecer primeiramente o tecido. Fizemos uma lista de 8 tipos de tecidos, entre laváveis e não laváveis, para você entender e conseguir se livrar daquela mancha indesejável.

1 - Tafetá

É fabricado a partir de fibras sintéticas, seda ou combinações de fios de seda, que dão ao tecido brilho e, ao contrário da seda pura, maior resistência.

2 - Linho

Feito com a planta de mesmo nome, possui fibra fiável e alta porcentagem de celulose. É bastante fresco e fácil de limpar.

3 - Algodão

O tecido nosso de cada dia. Utilizado desde 3000 a.C., aceita bem o tingimento, suporta qualquer temperatura e pode ser lavado com tranquilidade.

4 - Sarja

É um tecido, normalmente de algodão, feito no chamado ponto de sarja, que resulta em riscas inclinadas visíveis. É tão fácil de lidar quanto sua matéria-prima.

5 - Voile

Do francês, véu, palavra bastante apropriada para descrever este tecido leve e translúcido. Pode ser feito de algodão ou de seda, sendo mais ou menos resistente.

NÃO LAVÁVEL

6 - Couro

Obtido a partir da pele de vários animais, o couro não pode ser colocado na máquina de lavar.


7 - Camurça

O tecido felpudo é um tipo de couro feito com a pele fina que fica abaixo da camada de pele exterior de cordeiros, cabras, porcos etc. É, portanto, bastante delicado. Uma alternativa mais duradoura ? e ecológica ? é a camurça produzida com lã feltrada.

8 - Chenile

Sua tecelagem é feita por meio do agrupamento de filamentos de algodão, seda e lã, que garantem maleabilidade, toque aveludado e feito de absorção e reflexão da luz.

DICAS

O segredo para remover a maior parte das manchas é agir imediatamente. A técnica do gelo e do papel toalha é uma grande aliada dos tecidos não laváveis. Ela umedece manchas secas e, ainda que não acabe com as marcas, ajuda a tirar o excesso. Mesmo que a marquinha não esteja mais visível, é sempre bom avisar do ocorrido se, um dia, decidir levar a peça para uma lavanderia. O resíduo de açúcares de vinho, por exemplo, costuma caramelizar quando lavado a seco.

Se fez o passo a passo e a mancha não saiu, o melhor mesmo é recorrer a um especialista.

Passo a passo

Conhecidas as propriedades do tecido, o segundo passo para solucionar o problema é identificar a causa da mancha. Depois, é só se orientar com estas receitas caseiras.

Legenda: Tecido lavável = ?
Tecido não lavável = Ø

Café

?Aplique uma solução de água e bicarbonato de sódio. Finalize esfregando um pano com álcool ou vinagre branco.

ØPasse imediatamente gelo sobre a mancha e enxugue com o papel toalha. Repita o processo até a mancha sair.

Chocolate

?Retire gentilmente o excesso de chocolate, com cuidado para não espalhar. Aplique uma solução de detergente neutro e água. Se a mancha persistir, repita o procedimento com solução de amônia e água. Finalize com água.

ØRetire o excesso de chocolate. Sem esfregar, passe solvente para gordura e enxágue. Vá passando vinagre branco até a mancha sair. Finalize com água.

Gordura

?Se for uma substância líquida, coloque um papel absorvente sobre o local, sem apertar, para tirar o excesso. Aplique solvente para
gordura e enxágue.

ØSuavemente, trate o local com solvente para gordura, enxaguando em
seguida. Se precisar, use um pouco de aguarrás.

Molhos
?Esfregue uma quantidade generosa de creme de barbear sobre a mancha.
Enxágue e lave normalmente.

ØUtilize um solvente para retirar a gordura. Passe vinagre branco e
finalize com água.

Vinho tinto
?Embeba a mancha em álcool desnaturado. Utilize vinagre branco para
eliminar os resíduos.

ØMesmo processo dos laváveis.

Vinho branco
?Molhe a mancha o quanto antes com água com gás, retirando o excesso
com papel absorvente. Lave o tecido.

ØPasse gelo sobre o local e seque com papel absorvente. Repita a
operação até a mancha sair.

Cera

?Coloque o tecido entre dois pedaços de papel toalha e, com o ferro de passar roupas quente, vá deslocando o papel à medida que ele for absorvendo a cera. Em seguida, lave a peça com água.

ØPasse gelo até a cera endurecer. Com ela sólida, retire todo o excesso que puder. Se necessário, use aguarrás para isso.

Tinta de caneta

?Faça uma borda em volta da mancha com querosene ou vaselina e trabalhe dentro dela. Passe álcool desnaturado com a ajuda de um conta-gotas. Num ambiente bem-ventilado, remova os pigmentos residuais com um solvente seco, como a acetona, e deixe secar. Enxágue com solução de detergente comum diluído em água.

ØUmedeça a área manchada com vinagre branco. Em seguida, pressione um pano limpo sobre o local para absorver os resíduos.

Frutas e legumes

?Espalhe um pouco de sal sobre a mancha. Depois, enxágue o tecido em água fria e siga lavando-o em água quente com um pouco de detergente. Se a mancha persistir, passe um pouco de água oxigenada. Lave normalmente.

ØBorrife detergente de cozinha diluído em água. Com a ajuda de um conta-gotas, passe vinagre branco e, em seguida, peróxido de hidrogênio (como água oxigenada) para remover a cor aparente. Finalize com gelo e papel toalha.



Com informação do Portal Decoração

Escolha o tipo correto de colchão

Dormir bem é fundamental na vida de qualquer pessoa e, mais do que isso, é a garantia de saúde física e mental. De acordo com os médicos, uma pessoa adulta precisa dormir em média sete horas por noite, o que representa 2555 horas por ano. Ou seja, uma pessoa que vive 73 anos, de acordo com a expectativa de vida dos brasileiros calculada pelo IBGE, passa 35 anos dormindo.

A qualidade do nosso sono reflete diretamente em nosso rendimento e eficiência nos momentos em que estamos acordados. O que pouca gente sabe é que investir em um bom colchão e travesseiro pode ser o que falta para ter noites bem dormidas. Às vezes a insônia pode ser fruto de um mau posicionamento na cama, travesseiros que não acomodam bem a coluna cervical ou um colchão mole ou duro demais.

Para escolher o colchão ideal para você, o primeiro passo é levar em conta o seu peso. De acordo com o professor Gilberto Ohara, do departamento de ortopedia da Unifesp, a característica essencial em um colchão e que os médicos recomendam ser verificada antes de qualquer outra é a densidade.

A densidade é uma característica dos modelos de espuma e a principal maneira de classificá-los. Ela vem indicada na embalagem pela letra D e é a responsável por mensurar quanto o colchão vai ceder à pressão da massa corpórea do usuário, de acordo com o volume por metro cúbico de espuma. Na hora da compra, você pode consultar a tabela de densidade, disponível nas lojas, e também procurar pelo selo Pró-Espuma, que atualmente atesta a qualidade destes produtos.

De acordo com o gerente de colchões da Mannes, Geison Debatim, hoje é possível encontrar no mercado colchões de espuma com densidade real, densidade aproximada do real e densidade referência, que guarda pouca relação com a real. Ele explica que a partir de 2013 entrará em vigor uma norma do Inmetro que garantirá o selo de conformidade apenas para as peças com densidade real.

Dormir em um colchão muito rígido ou mole demais pode alterar a posição natural da coluna e da musculatura e, ao invés de relaxar, acaba gerando cansaço físico e muitas dores. Quando a rigidez do colchão é excessiva, a coluna fica torta e o quadril, ombros e cochas deslocados. A postura errada acaba exigindo demais dos músculos quando eles deveriam relaxar. No entanto, quando é pouca, não promove a sustentação necessária para as partes mais pesadas do corpo deixando a coluna sem apoio.

"Um colchão mole demais, tanto se a pessoa estiver deitada de lado quanto de barriga para cima, vai acompanhar as pressões do corpo e fazer com que a coluna fique desalinhada. Ao longo do tempo, essa postura inadequada vai causando alterações na coluna que podem se tornar degenerativas e contribuir para o aparecimento de artrose, por exemplo", alerta o médico Gilberto Ohara. O mesmo problema pode ser gerado pelo uso de um colchão duro demais.

Todo colchão deve ceder proporcionalmente às curvaturas do corpo da pessoa que se deita, mantendo a coluna bem posicionada, da maneira mais retilínea possível. Ohara explica que não existe uma posição ideal, mas que guardadas as características de conforto individual, quanto mais pesado o usuário, maior precisa ser a densidade da peça.

"Para casais com discrepância de peso, por exemplo, é recomendado que o colchão seja feito por encomenda, mantendo a densidade indicada para cada um em seus respectivos lados" , menciona o professor. Mas, se um colchão personalizado não é opção para você, a recomendação é que a densidade esteja de acordo com a pessoa mais pesada.

Muitas pessoas acreditam que os colchões de espuma deformam em pouco tempo, mas Luiz Castro, diretor comercial da F.A. Maringá, fabricante de colchões, argumenta que isso depende da qualidade. "Esqueça o papo de que colchão de espuma deforma com mais facilidade, porque embora seja mais barato, o que determina efetivamente a vida útil de um colchão é a qualidade do produto", afirma.



Com informação do site BBel